28/07/2010 - 19h00 | Capriccio Diabolico - recital de guitarra solo

Francisco Morais Franco - guitarra

Programa:
J.S. Bach – “Segunda Sonata para Violino Solo” BWV 1003 (1720)
(arranjo para guitarra de F.M Franco)
I - Grave
II- Fuga

H. W. Henze – “Drei Tentos” (1958)
I - Tranquilamente
II - Allegro Rubato
III - Cantabile

M. C. Tedesco – “Capriccio Diabólico (Omaggio a Paganini) op. 85” (1935)
(versão manuscrito)

A. José – “Sonata” (1933)
I- Allegro moderato
II- Minuetto
III- Pavana triste
IV- Final


Francisco Morais Franco

Nasceu em 1989 na Covilhã, Portugal. Iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos no Conservatório Regional de Música da Covilhã com o guitarrista Dejan Ivanovic. Em 2003 ingressou na Academia de Musica e Dança do Fundão na classe do guitarrista Pedro Rufino onde frequentou o curso Supletivo Complementar de Música com uma bolsa de
mérito. Actualmente encontra-se a estudar no Instituto Superior Jean Piaget em Almada com Dejan Ivanovic.
Ao longo da sua carreira como guitarrista participou em diversos concursos onde foi sempre premiado com mérito.
Para além da participação em concursos, foi várias vezes transmitido em directo pela Rádio Antena2, RTP1 e RTPI.
Na Edição dos Prémios Honoríficos David Russell, a convite do guitarrista David Russell, veio a frequentar o Right Profit Festival em Perugia (Itália) e participou na gravação de um CD em Vigo.
Diversas actuações em Portugal (Teatro Dona Maria II, Casa da Música, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Municipal de Faro, Instituto Franco-Português entre outras) e também em Espanha, Itália, Polónia, República Checa e Alemanha.
Ao longo da sua formação frequentou cursos de aperfeiçoamento com Anders Clemens, Thibault Cauvin, Carles Trepat, Marco Sócias, Marco Smaili, Miguel Trápaga, Armando Marrosu, Darko Petrinjak, Michalis Kontaxakis, Marcello Rivelli, Hubbert Kappel, Carlo Marchione, Ignacio Rodes, Judicael Perroy, Kevin Gallager e David Russell entre outros.
Recentemente actuou como solista acompanhado pela Orquestra Gulbenkian sob direcção da maestrina Joana Carneiro.
Para além da actividade musical, concluiu com distinção o Curso de Artes Visuais na Escola Secundária Campos Melo da Covilhã.

27/06/2010 - 11h00 Ökumenischer Familien-Gottesdienst & GRILLFEST

11h00 - Ökumenischer festlicher Familiengottesdienst
anschliessend GRILLFEST im Hof und Spieleparadies für Kinder im Gemeindegarten


Musikalische Beiträge zum FestGottesdienst:

- Allegro aus der Triosonate e-moll von G.F.Telemann
für Violine, Flöte und b.c.*

- Choral "Was Gott tut das ist wohlgetan" von J.S.Bach aus der Kantate BWV75
für Chor, Violine und b.c.

- Duett "Gott, ach Gott, verlass die Deinen nimmermehr" von J.S.Bach aus der Kantate BWV79
für Sopran, Bass, Violine und b.c.

- Gospel "Oh happy day"
für Chor und Klavier

Ausführende:
Chor der Kirchengemeinde & Capella Sacra
Bärbel Griesshaber - Flöte
Pedro Lind - Violine
Claudia Fischer - Viola da Gamba
Claus von Oertzen - Bass
Rute Martins - Orgel
Stefan Stalling - Klavier
Carina Lasch - Sopran, Orgel* & Gesamtleitung

21/03/2010 - 17h00 | Concerto pelo 325.º aniversário de J. S. Bach

Concerto com obras para Órgão solo e Canto e Órgão
protagonizado por alunos do Instituto Gregoriano de Lisboa

Classe de Órgão de António Esteireiro
Classe de Educação Vocal de Armando Possante e Elsa Cortez






Programa

Prelúdio e Fuga em Ré menor, BWV 539 - André Ferreira, órgão

Magnificat, ...BWV 243, III. Quia respexit - Teresa Duarte, Soprano

Cantata Preise, Jerusalem, den Herrn, BWV 119 *, Aria: Die Obrigkeit ist Gottes Gabe - Rita Tavares, Contralto

Cantata Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen, BWV 12 *, Aria: Ich folge Christo nach - Ricardo Guimarães, Baixo

Nun komm der Heiden Heiland, BWV 659 - João Gomes, Órgão

Wenn nur den lieben Gott lässt wälten, BWV 691 - Ana Teresa Salgueiro, Órgão

Jesu meine Freude, BWV 610 - Beatriz Resendes, Órgão

Paixão Segundo São Mateus, BWV 244 *, Aria: Buss und Reu knirscht as Sündenherz entzwei - Laura Lopes, Contralto

Aria: Aus Liebe will mein Heiland sterben * - Teresa Duarte, Soprano

Ich ruf zu dir, Herr Jesu Christ, BWV 639 - Miguel Gameiro, Órgão

O Mensch bewein dein Sünde gross, BWV 622 - Daniel Nunes, Órgão

Christ lag in Todesbanden, BWV 625 - Joana Castro, Órgão

27/02/2010 - 21h00 | Obra Integral para Órgão de Nikolaus BRUHNS

Classe de Órgão de António Esteireiro do
Instituto Gregoriano de Lisboa


Nicolaus Bruhns (1665‐1697) nasceu em Schleswig‑Holstein, na Alemanha, no seio de uma familia de musicos. Estudou inicialmente orgao com o seu pai Paul Bruhns, organista em Schwabsted. Aos dezasseis anos de idade foi estudar violino e viola dagamba com um tio que residia em Lubeck e foi nesse ambito que conheceu Dietrich Buxtehude, referencia incontornavel da tradicao organistica norte‐alema do seculo XVII, tornando‑se o seu melhor e mais conceituado discipulo. Tendo iniciado uma proficua carreira de organista, nos programas de concerto incluia sobretudo obras suas. Segundo descricao de Johann Matheson, Bruhns tinha tambem a particular habilidade de tocar pecas para violino ao mesmo tempo que se acompanhava com a pedaleira do orgao. Tal como ja era referido por Samuel Scheidt na sua Tabulatura nova de 1624, a Imitatio violonistica realizada pelo orgao era muito apreciada pelo gosto da epoca, tendo Bruhns provavelmente elevado a essa Imitatio a um patamar pouco usual. Depois de uma breve estadia na Corte de Copenhaga, foi com vinte e quatro anos nomeado organista da Marienkirche de Husum. Ao falecer apenas sete anos depois desta nomeacao, deixou‐nos uma obra relativamente curta na qual se destacam cerca de uma duzia de cantatas e seis obras para orgao. Destas constam uma fantasia coral, quatro Praeludien, e um Adagio (provavel fragmento de uma obra perdida) que escutaremos em primeira audicao em Portugal, depois de uma recente descoberta musicologica no Husumer Orgelbuch de 1758. Os seus Praeludien para orgao sao escritos na tradicao norte‐alema do seculo XVII, e do chamado stilus phantasticus, no qual se alternam seccoes improvisadas (tocatas) com outras de denso contraponto (geralmente fugas). A genialidade da sua obra nao caiu no esquecimento muito por influencia do obituario de Johann Sebastian Bach. Nele e referido por Carl Philip Emanuel Bach que o seu pai era um grande admirador da musica de Nikolaus Bruhns. Talvez essa referencia seja o maior contributo para o elevado prestigio que Bruhns sempre manteve junto de varias geracoes de organistas.

(António Esteireiro)



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